Com clima pesado nos vestiários e adeus amargo de Deschamps, ídolo assume a seleção com a missão de arrumar a casa
Com clima pesado nos vestiários e adeus amargo de Deschamps, ídolo assume a seleção com a missão de arrumar a casa
A seleção francesa chegou à Copa do Mundo com status de grande favorita ao título. Tudo parecia dar certo no começo, com vitórias seguidas e um ataque poderoso liderado por Mbappé. O pesadelo começou na semifinal, quando os franceses foram dominados pela Espanha.
A situação ficou ainda pior no jogo que valia o 3º lugar. Em clima de despedida do técnico Didier Deschamps — que estava no comando há 14 anos —, a França levou de 6 a 4 da Inglaterra. Na ida para o intervalo, quando a equipe já perdia por 4 a 0, Deschamps desabafou e chamou a atuação de \catástrofe\.
Assim que o torneio acabou, os problemas de relacionamento vieram à tona. O volante Rabiot criticou publicamente o comportamento desinteressado de alguns companheiros de equipe. A imprensa local aponta que um dos alvos seria Rayan Cherki, que chegou a discutir com Deschamps durante a partida.
Na sua despedida, Deschamps não escondeu a insatisfação e afirmou que o ambiente na seleção estava \irrespirável\, deixando o cargo para preservar o time.
Agora, a responsabilidade de colocar a casa em ordem fica com Zinédine Zidane, cotado para assumir o comando a partir de setembro. Apesar de seu currículo vitorioso pelo Real Madrid, o novo treinador terá grandes desafios pela frente:
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